Jardim Oceânico,sempre um LUXO.

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Sou extremamente suspeita para falar do meu bairro do coração ,que por sinal se localiza no coração da Barra da Tijuca no lindo Rio de Janeiro.

Aqui os Imóveis oferecem o grande atrativo da integração com todo o estilo de viver Jardim Oceânico,que é fazer tudo a pé,ter esta carinha de interior praiano que conquista na primeira passeada pelas ruas arborizadas e verdes ,com esquininhas pra lá de charmosas…

A Evolução do bairro em matéria de Infraestrutura moderna e cada dia mais completa,nem por um momento descentralizou desta pacata fatia da cidade ,seu charme e sua tranquilidade…

Hoje temos por aqui os melhores mercados,Zona Sul,Hortifriti,Mundial ,restaurantes de peso e renome,formou-se na verdade um polo gastronômico bastante atrativo,melhores academias ,a rua Olegário Maciel,onde estou agora estabilizada ,oferece bancos,farmácias,enfim simplesmente de um tudo.Morar em torno das amendoeiras e a diversidade silenciosa e desenhada com alguns micos como bônus a passear por elas… suspiros…

Para falar dos Imóveis ,eu começaria certamente por suas plantas generosas com os varadões em balanço ,salões ,quartos grandes em sua maioria este costuma ser o padrão aqui do bairro.Como em todos os outros bairros,chega aquele momento onde os mais “antiguinhos” merecem uma reforma e atualização com a modernidade dos acabamentos e a parte funcional,que vale ,sim muito a pena!

O Luxo aqui é mesmo este conjunto da obra.

Como moradora do Bairro há 30 anos ,acompanho esta evolução e ainda me recordo da falta de pavimentação ,das ruas de terra ,que com uma chuvinha ,virava um enorme lamaçal ,não haviam ônibus e agora já teremos o Metrô em nossa porta ,que nos ligará facilmente ao restante da cidade,o que com certeza facilita e nunca ,mas nunca tira a essência do viver Jardim Oceânico.

Agora escrevendo algumas poucas palavras em um dia de sábado ,ainda sem almoçar ,aqui no novo escritório agora aqui na Empresa Barra TOP Imóveis, tenho como sócio meu filho ,Eduardo Galvão ,talento nato na Corretagem e já despontando aos olhos da coruja e abençoada mãe que sou.Estamos bem acompanhados de uma Equipe de corretores que prezam pelo nosso TOP,ou seja TRANSPARÊNCIA,OBJETIVIDADE E PROFISSIONALISMO ,onde nosso foco e dedicação é a satisfação dos nossos clientes ,sem medir esforços para tal.

Pois é e lá se vai mais um feliz sábado na corretagem ,minha paixão ,meu meio de vida ,um grande siginificado e prazer em ajudar a tantas pessoas em suas mudanças e na preservação de seus patrimônios.

Para quem leu até aqui ,um grande beijo com carinho.

Flávia Brandão.

Em tempo ,mantenho meu site http://www.flaviabrandao.com.br ,como referência,mas os imóveis estão sendo mesmo atualizados já na http://www.barratopimoveis.com.br e mantenho a LUXO IMÓVEIS http://www.luxoimoveis.com.br ,atendimento segmentado ao Alto Luxo ,Alto Padrão ,minha menina dos olhos ,um sonho realizado….

Sejam bem vindos ao meu mundo ,ou a um pouquinho dele nestas poucas palavras,outro dia escrevo mais tecnicamente ,se obviamente a corretagem do dia a dia assim me permitir.1379893_381997471902626_855534347_n

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#Dicas na hora de Vender ,que tal uma Ajudinha?

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Pinturas e simples melhorias facilitam a venda do imóvel

 

A aparência ajuda na sedução na hora da Venda ou Locação. Veja a seguir as dicas para valorizar o patrimônio sem gastar muito…

 

Aquilo que os olhos veem sensibiliza o possível comprador de um Imóvel. Esta é a regra de ouro do corretor imobiliário  que trabalha compra e venda de imóveis.Para deixar o imóvel com uma aparência sedutora para compra ou locação, não é preciso gastar muito. Veja a seguir as dicas para agregar valor à venda de um apartamento. Pintura valoriza #imóveis.

 

É preciso mostrar. Assim, invista na pintura das paredes e do teto para encantar possíveis compradores. As vezes, com R$ 2 mil investidos na pintura é possível obter um incremento de cerca de R$ 30 mil sobre o preço do mesmo imóvel sem melhorias. Por exemplo, um apartamento em um bairro da Zona Oeste da capital  de 90m², avaliado em R$ 970 mil, passa a ser oferecido por até R$ 1.000 mil com uma nova pintura. “Além de valorizar, isso dá agilidade na venda: o imóvel vende mais rápido”. Pintura valoriza #imóveis

Modificar a estrutura do imóvel, não é aconselhável. É recomendável ponderar bem antes de se decidir por uma reforma pré-venda, pois as suas preferências podem não coincidir com as dos potenciais compradores. Além de arriscado, pode custar caro: “Se o apartamento está muito ruim, tem que baixar o preço; você vai gastar pelo menos R$ 15 mil a R$300mil  em uma obra, o que não vale a pena”.

Aconselhável ainda a não mexer no encanamento, se possível, pois é o tipo de melhoria que não é interessante porque “não é vista”. Evidentemente, se na cozinha, área de serviço ou banheiros os azulejos apresentarem problemas, é preciso agir, chamar um pedreiro e consertar, para que o imóvel tenha um bom aspecto.

Pisos laminados modernizam ambientes…

Outro item que deve ser levado em conta é se o Imóvel possui carpete. “É um enorme problema”. “O bom é tirar antes de passar o imóvel adiante, porque é um ponto negativo para a venda”. Carpetes podem ser substituídos por pisos laminados ou, nas áreas úmidas, como cozinha e banheiros, pelo porcelanato. A troca por este tipo de superfície deixa o imóvel com uma aparência mais moderna, o que torna mais fácil a venda..Carpetes devem ser trocados por laminados.

Prédios antigos, em que os apartamentos têm um “aspecto caído” por conta da pintura, podem ser renovados com a aplicação de tons brancos e pastéis: “São pequenos detalhes que podem dar grande valorização, pois ‘abrem’ o ambiente, proporcionando uma sensação de mais luminosidade” 

No caso dos imóveis antigos, a revitalização é essencial ainda para melhorar a condição dos sistemas elétrico e hidráulico. “Isso vai dar segurança ao cliente de que ele terá um custo menor com água e energia”

“Reforma é um investimento que sempre vale a pena. Uma casa pode aumentar em cerca de 12% de seu valor ao receber investimentos em melhorias da ordem de 4%”.

 

Abraços…sempre que posso compartilho algo aqui…

 

Flávia.

Como reconhecer um imóvel (realmente) de alto padrão…

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Luxo de verdade

– Com a recente valorização imobiliária, muitos imóveis pequenos ou de médio padrão já valem alguns milhões de reais. Mas se o preço não é mais o que define um imóvel de milionário, como reconhecer uma casa ou um apartamento que é realmente de alto luxo? Ao contrário do que pode parecer, a metragem, por exemplo, não é um parâmetro fundamental. “Existem muitos apartamentos de alto padrão que estão construídos em lotes menores, principalmente em bairros valorizados”,temos visto isso sendo uma imobiliária especializada no segmento de luxo. Algumas regalias e diferenciais que definem um imóvel de alto padrão…

Localização – Imóvel só é de luxo se estiver cercado por outros como ele. Um dos primeiros pontos que diferencia um apartamento ou casa de altíssimo padrão é o bairro em que ele está, que deve ser reconhecidamente nobre.

Arquitetura de grife – Hoje, alguns arquitetos se destacam no mercado imobiliário de alto padrão e ter um deles assinando a obra pode acrescentar alguns bons números ao preço de um imóvel. Nomes como Marcos Tomanik, Israel Rewin e Bí Crisóstomo. A mansão da foto abaixo,foi projetada por Marcos Tomanik (em SP)e tem 2.000 metros quadrados de área construída. Vale cerca de 27 milhões de reais.

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Acabamento – O material utilizado para pisos e paredes, por exemplo, também é levado em consideração na hora de tornar um imóvel especial. Os materiais preferidos dos clientes classe A são o mármore importado e madeiras nobres

Área de lazer – No caso dos prédios, piscinas adulto e infantil não são mais o suficiente. Hoje existem regalias como spas, piscina com raia aquecida, academia e cinema.

Serviços – Não basta ter a estrutura de spa. Hoje alguns edifícios já oferecem o serviço propriamente dito, com massagens especiais, por exemplo. Outro serviço que já está presente nos edifícios de altíssimo padrão é o de concierge, um funcionário que trabalha como um assistente para facilitar a rotina dos moradores.

Automação – Hoje já existem até aplicativos para smartphones que, conectados ao sistema da casa, permitem que o morador ligue a banheira e coloque a água para aquecer antes de pisar em seu lar doce lar. Outras modernidades como o controle de luzes e segurança pelo telefone também já é possível.

Gostaram?

Quem concorda com o que foi dito…ou pode discordar também,afinal em tempos de Brasil novo,somente estamos em experimentação dos novos gostos e o Luxo Imobiliário é um deles…

Abraços,

Flávia Brandão.

http://www.luxoimoveis.com

Precauções para a compra de imóvel inventariado

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Tomando os cuidados necessários,para não cair em armadilhas nas Documentações.

Tomando os cuidados necessários,para não cair em armadilhas nas Documentações.

Olá amigos..segue uma matéria interessante…abraços,Flávia.

Quando o preço do tão sonhado imóvel se apresenta bem inferior ao praticado pelo mercado, é quase impossível evitar o impulso da compra. Por exemplo, os bens que constam em inventários podem custar até 60% do valor de mercado, porém comprá-los pode apresentar riscos, diz o diretor comercial e de locações da Primar Administradora de Bens, Carlos Samuel Silva Freitas.

“É preciso avaliar se vale a pena correr o risco, e o primeiro passo é saber qual é o tipo de processo; se está correndo no Cartório de Notas ou na Justiça. Quando não há herdeiros incapazes ou menores de idade, o inventário vai para o cartório e leva cerca de dois meses para ser concluído. Se o processo corre na Justiça, o risco é maior. Neste caso, é necessário o auxílio de um especialista para analisar os motivos que levaram o inventário até a Justiça”, aconselha o diretor da Primar.

Silva Freitas recomenda que, antes de compra, o ideal é examinar a idoneidade de todos os envolvidos no processo do inventário, desde o falecido, até os herdeiros e seus cônjuges.

“As informações podem ser obtidas em certidões negativas da Fazenda Pública, Ações Cíveis e Interdições e Tutela. No Superior Tribunal de Justiça é possível saber se há alguma ação fiscal, e na prefeitura devem ser tiradas as certidões negativas de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), e de situação fiduciária. Há ainda o Registro Geral de Imóveis, onde é possível tirar a Certidão de Ônus Reais”, aponta ele.

Se realmente houver intenção de compra, ressalta Silva Freitas, o aconselhável é dar um sinal para segurar o imóvel, até que o inventário seja concluído.

“Uma boa imobiliária, com profissionais preparados, terá capacidade de lidar com este tipo de processo, evitando dores de cabeça, negócios inseguros e garantindo que todas as informações sejam verdadeiras. É recomendado que uma data seja estipulada para que a situação seja resolvida, havendo multa caso a conclusão do inventário demore mais do que o combinado”, acrescenta.

No caso do inventário correr na Justiça, o diretor da Primar recomenda desistir da compra, já que a conclusão do processo pode levar vários anos. Quando há mais de um imóvel no inventário também é preciso cautela, já que a situação dos outros pode interferir naquele que está sendo negociado.

“Outro fator que pode complicar a compra é o número de herdeiros. Quanto mais pessoas envolvidas, mais complicado é o processo, em especial quando estes possuem dívidas. A vantagem de comprar um imóvel em inventário é que quanto maior for o tempo de espera, maior será a economia do comprador”, finaliza o diretor da Primar Administradora de Bens, Carlos Samuel Silva Freitas.

Fonte: R7

Dicas para Vender seu Imóvel mais rápido…

Nada de esuqentar a cabeça ,entregeu seu Imóvel nas mãos certas!!

Nada de esuqentar a cabeça ,entregeu seu Imóvel nas mãos certas!!

Você é daqueles que faz simpatia para vender imóvel? Esqueça isso!!!! Em um mercado imobiliário desaquecido ou onde a oferta supera a demanda, a pessoa geralmente pode vender um imóvel mais rápido, diminuindo o preço. Mas há outras maneiras de melhorar a atratividade de um imóvel além de diminuir o preço pedido e fazer simpatia. Se você está pensando em vender o seu imóvel em um mercado imobiliário pouco aquecido ou muito concorrido, leia aqui algumas dicas sobre como gerar mais interesse e obter o melhor preço possível para o seu imóvel.

Primeira impressão.

Vendedores muitas vezes ignoram a importância da primeira impressão. A primeira coisa que um comprador vê é a aparência externa de uma casa e a forma como ele se encaixa na vizinhança. Tenha a certeza de que o exterior esteja bem pintado, e que o jardim é bem cuidado. No setor imobiliário, as aparências significam muito. Que melhor maneira de definir o seu imóvel além de torná-lo atraente à primeira vista? Faça o seguinte teste: Atravesse a rua da sua casa, vire-se e dê uma olhada para a fachada da sua casa e pergunte a si mesmo se está impressionado com o que vê. Faça a mesma coisa para o seu jardim, sua sala. Enfim, adote o comportamento do comprador e veja se ele terá uma boa impressão do que vai ver – seja honesto consigo mesmo, não é porque o imóvel é de sua propriedade que não vai ter nenhum defeito e por isso vai ser perfeito. Isto também vale para apartamentos e imóveis comerciais.

Diferenciar-se dos vizinhos.

A fim de atrair a atenção e tornar o seu imóvel mais atrativo, você deve considerar designs personalizados ou acréscimos no seu imóvel, tais como paisagismo, armários, piso de qualidade. Isso pode ajudar a melhorar a estética do imóvel, enquanto que, potencialmente, agrega valor para o imóvel. Todas as melhorias devem ser de cores e desenhos práticos e utilização que irá apelar para o público mais amplo. Além disso, elas devem complementar o imóvel e suas outras comodidades, como a construção de um deck ou pátio ao lado de uma piscina exterior, no caso de casas.

No entanto, ao mesmo tempo em que você pode pagar para melhorar a apresentação do seu imóvel, muito cuidado com a preocupação excessiva de melhorá-lo. Reforma muito ampla pode ficar mais cara do que reconstruir ou comprar um imóvel pronto. Além disso, se você tiver adicionado quaisquer recursos personalizados que você acha que os compradores estarão interessados, verifique se eles estão incluídos na sua listagem de informações da casa. Mais do que nunca, em um mercado de baixa ou muito concorrido você deve mostrar cada pequena vantagem que o seu imóvel possui.

Limpeza e organização.

É imperativo remover toda a desordem do imóvel antes de mostrá-lo aos potenciais compradores, porque os compradores precisam ser capazes de imaginar-se no espaço. Isso pode incluir a remoção de alguns móveis para fazer salas parecem maiores, e guardar fotos de família e objetos pessoais. Caso tenha animais de estimação, não se esqueça de usar um produto para tirar aquele odor que você ama, mas que é extremamente desagradável para os outros. Você pode até querer contratar um arquiteto para ajudá-lo a fazer melhor uso do espaço. No Brasil, já existem escritórios de arquitetura especializados em Home Staging – prática que consiste na preparação visual de um imóvel para acelerar a venda e melhorar seu preço. Muitas pessoas sentem que stagers pode fazer um imóvel mais vendável, por isso a contratação de um merece alguma consideração – quando você visita um stand de vendas de um lançamento, é ou não é atrativo visitar uma unidade bem mobiliada? Pense nisso!

Imóvel habitável.

A estética é importante, mas também é importante que as portas, janelas, telhado, aparelhos e equipamentos elétricos e hidráulicos estejam em conformidade com as normas de construção atuais e em pleno funcionamento. Aqui, a ideia é ter o imóvel em condições de ser habitado e usado sem maiores problemas, dando aos potenciais compradores a impressão de que eles serão capazes de desfrutar sua nova casa imediatamente, em vez de gastar tempo e dinheiro para consertá-la – é o chegar para morar! Nada mais prático que isso, não é mesmo?

Extras e documentação.

Outra forma de fazer o imóvel ficar mais atraente para os compradores é oferecer coisas ou termos que possam adoçar o pote. Por exemplo, os vendedores que oferecem ao comprador pagar os custos totais do fechamento do negócio, incluindo escritura, ITBI e registro, em alguns casos recebem mais atenção dos interessados à procura de imóveis semelhantes. Outro exemplo é o vendedor deixar no imóvel o aparelho de ar condicionado em determinado ambiente, enfim, deixe algumas coisas boas para trás. Em um mercado em baixa ou muito competitivo, os compradores estão procurando um negócio, então, devemos fazer o melhor para fazê-los sentir que estão fazendo um ótimo negócio. Afinal de contas, você quer vender ou não?

Importante notar que alguns compradores são motivados pela opção de fechar em um curto espaço de tempo. Se isso é possível para você, então, isso pode definir o seu negócio e levá-lo para além de um contrato. Esteja preparado para as ofertas, seja rápido em dar uma resposta ou fazer uma contraproposta. Tenha sempre a documentação do imóvel em dia, além da documentação própria do vendedor. Não há nada mais frustrante para o comprador do que chegar na Hora H e não poder fechar o negócio por um problema em uma certidão. Isso muitas vezes, dependendo do tipo de comprador, frustra a negociação de uma vez.

Preço justo.

Independentemente de quão bem você renovar e decorar seu imóvel, é importante fixar o preço do imóvel de forma adequada. Consulte um corretor/avaliador, veja os classificados e vá para sites imobiliários para ver como está a concorrência – caia na real sobre o preço!

Nem sempre é obrigatório oferecer o seu imóvel pelo menor preço da região, principalmente quando as melhorias estéticas e outras significativas foram feitas. No entanto, é importante que o seu preço não esteja fora da curva quando comparado com outros imóveis no mesmo mercado. Tente colocar-se no lugar do comprador e, em seguida, determinar o que pode ser um preço justo.

Open House.

O Portal Busca Certa Imóveis possui uma ferramenta que pode lhe ajudar bastante na hora de vender o seu imóvel. O Open House é um evento exclusivo realizado por imobiliárias e/ou corretores que têm como objetivo, literalmente, abrir as portas do imóvel para o cliente.

Se o seu imóvel está aberto para o público – muitas imobiliárias de Brasília já fazem isso – certamente você terá mais um diferencial a seu favor. É importante ter um corretor muito bem preparado para apresentar o seu imóvel aos potenciais compradores.

Trataremos mais sobre esse tema em outro artigo.

Ponto principal.

Vender uma casa em um mercado desaquecido ou muito concorrido requer um pouco de trabalho extra. Faça tudo que puder para oferecer o imóvel em excelente estado e estar preparado para fazer algumas pequenas concessões no fechamento. Essas dicas, juntamente com um preço atraente, vão aumentar as chances de conseguir vender o seu imóvel mais rapidamente.

Se você encontrar um corretor experiente e de confiança para vender seu imóvel, que tem um histórico de sucesso de vendas em sua região, não deixe de ouvir suas recomendações!

A assessoria imobiliária é extremamente importante!

Dicas de como encontrar seu imóvel ideal…Dicas sempre são bem vindas.

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15 dicas para encontrar o imóvel ideal para você
Veja como fazer a busca de seu imóvel novo como manda o figurino

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Uma das dicas é avaliar se você abriria mão de um imóvel maior para evitar o trânsito

Para encontrar o imóvel ideal em tempos de mercado imobiliário aquecido não adianta ficar sentado e esperar a proposta perfeita cair do céu, é preciso pôr a mão na massa. Veja a seguir algumas dicas que podem te ajudar a encontrar o imóvel certo sem perda de tempo.

1) Faça uma avaliação apurada do imóvel durante a visita

Uma boa visita é feita com uma fita métrica e um bloquinho na mão. Registre as dimensões de cada cômodo do imóvel visitado para checar se os seus móveis vão se encaixar na nova casa e tome nota dos seus pontos fortes e fracos para facilitar a comparação com outros imóveis depois.

Alguns aplicativos podem ajudar na tarefa. No aplicativo Magic Plan, por exemplo, o usuário tira fotos do lugar que deseja medir e o software faz o cálculo das medidas dos ambientes automaticamente, formando uma planta do imóvel.

Durante a vistoria, não se deixe impressionar pelas escolhas de decoração do proprietário antigo, tente imaginar se o imóvel te satisfaria com o seu estilo de decoração.

Quando você estiver praticamente decidido por um imóvel, faça uma inspeção ainda mais profunda, se possível acompanhado de um engenheiro ou arquiteto. Procure rachaduras em tetos e paredes. Veja se há muita umidade, observando se as paredes estão descascando, rachando ou se há odores que indiquem alguma área mofada. E certifique-se que o banheiro e a cozinha são bem ventilados.

2) Visite o imóvel em horários diferentes

Diego Simon, vice-presidente de operações e cofundador do portal imobiliário Viva Real, recomenda que o comprador não economize nas visitas para avaliar o móvel em diferentes horas do dia. “A corretora pode marcar a visita à noite, quando o bairro está mais tranquilo, mas de manhã o barulho pode ser grande. E em diferentes horários é possível avaliar se no imóvel bate sol durante a manhã ou a tarde.”

3) Tire fotos ou filme o imóvel

Dependendo da quantidade de imóveis que o comprador visitar, depois de um tempo as recordações sobre cada um deles podem ficar um pouco embaralhadas. Tirar fotos ou filmar o ambiente pode te ajudar na comparação depois, além de permitir que o imóvel seja estudado com mais calma em outro momento.

4) Pense na área do apartamento, não apenas na disposição dos cômodos

Alguns apartamentos podem não ter uma planta com a disposição de cômodos que é perfeita para você, mas se sua área for satisfatória, nada impede que o imóvel seja comprado e reformado depois. Por isso, evite comparar os imóveis apenas pelo número de cômodos, leve em consideração também sua metragem.

5) Defina qual tipo de imóvel é mais adequado para você: novo ou usado

Ao entender os prós e os contras de um imóvel novo e de um usado e definir qual deles combina mais com o seu perfil é possível usar esse filtro nas buscas e economizar tempo.

De maneira geral, os imóveis novos costumam ser mais seguros, geram menos gastos com manutenção e possuem uma área de lazer mais completa, mesmo com um condomínio mais barato (já que têm mais moradores). As desvantagens são que eles geralmente são mais compactos, mais caros, podem implicar maiores gastos com acabamento e têm riscos de atraso na entrega quando comprados na planta (veja esses e outros prós e contras dos imóveis novos).

Já os imóveis usados têm benefícios como áreas mais amplas, preços mais baixos e menores gastos com itens de acabamento. Mas têm mais chances de gerar gastos com manutenção, algumas vezes não possuem área de lazer, têm menos vagas na garagem e taxas de condomínio mais caras, devido ao pequeno número de unidades (veja esses e outros prós e contras dos imóveis usados).

Espero que seja útil…vamos em frente!!!

Beijos,

Flávia.

O que pode ou não ser exigido no contrato de aluguel

Olá amigos,espero que este post,seja útil a vocês.

Estou inaugurando uma Carteira nova de administração de Locação de Imóveis.Estou à disposição com uma Equipe bacana e competente.

Abraços,

Flávia.

Saiba o que imobiliárias e proprietários podem exigir dos inquilinos nos contratos de locação, e o que é proibido ou abusivo

Quem procura imóvel para morar de aluguel nas grandes cidades brasileiras invariavelmente se depara com dores de cabeça. As exigências de imobiliárias e proprietários são tantas que muitas vezes inviabilizam o negócio. O preço alto e o mau estado de boa parte dos imóveis oferecidos também não ajudam. Na hora de ler o contrato, mais sustos: não faltam cláusulas que pareçam estranhas e que deixem o inquilino na posição mais frágil possível.

Para não se assustar e ficar desconfiado em excesso, nem ser prejudicado, saiba o que as imobiliárias e proprietários de imóveis podem e não podem pedir dos inquilinos no contrato de aluguel:

1. Podem ser exigidas duas formas de garantia?

Não. Imobiliária e locador só podem exigir uma única modalidade de garantia. Estas podem ser o imóvel próprio e quitado de um fiador, o seguro-fiança (feito em seguradoras), o depósito em dinheiro (caução) ou fundo de investimento. De acordo com o advogado José Alfredo Lion, especialista em direito imobiliário e do consumidor, caso a garantia escolhida seja o fiador, este não é obrigado a ter mais de um imóvel.

2. Podem ser exigidos três meses de aluguel adiantados como forma de garantia?

Sim. Embora oneroso para o inquilino, que deve fazer o depósito de uma só vez, é uma forma de garantia permitida. A vantagem para o inquilino é que ele pode reaver o dinheiro, com juros e correção monetária, ao devolver o imóvel. Pela lei, o correto é depositá-lo em caderneta de poupança. O limite que pode ser exigido como caução é de três aluguéis.

José Alfredo Lion relata já ter visto casos em que o proprietário não depositou na poupança e não devolveu o valor da caução ao final do contrato, ou o devolveu sem correção. Se isso ocorrer, o inquilino pode entrar com uma ação para cobrar seu dinheiro de volta e pode até pedir indenização por danos morais, diz o advogado.

“Há proprietários que também propõem que não se devolva o dinheiro, mas o inquilino fica desonerado de pagar os últimos três meses de aluguel. É permitido, pois é uma devolução indireta, mas o proprietário não pode obrigar o inquilino a aceitar isso. Se o locatário não concordar, deve receber seu dinheiro de volta”, explica.

3. O seguro-fiança pode ser parcelado?

Sim, mas nem todas as seguradoras parcelam. As exigências para se fazer seguro-fiança são muitas, mas é a forma de o proprietário ficar mais protegido, pois há cobertura para todos os meses de inadimplência, e não apenas três. “É mais caro para o inquilino, porque ele não recebe o dinheiro de volta no final”, diz Lion. Porém, a possibilidade de parcelamento é uma vantagem para os locatários que não podem desembolsar uma grande quantia de uma vez.

4. Pode ser exigido que o fiador tenha imóvel na mesma cidade do imóvel alugado?

Sim. Segundo o Código Civil, o credor não é obrigado a aceitar fiador não domiciliado no município onde tenha de prestar a fiança. Também não existe disposição legal contrária à exigência de imóvel em garantia na mesma cidade do imóvel locado. Assim, alguém que alugue um imóvel no Rio de Janeiro e tenha fiador com imóvel próprio em São Paulo pode ter seu fiador recusado. Essa é uma forma de tornar o processo menos oneroso para o credor caso a fiança precise ser executada.

Esse é um dos maiores problemas de pessoas que se mudaram de cidade e procuram imóvel para alugar. É o caso de Mariangela Nunes, de 29 anos, que se mudou de Salvador para o Rio de Janeiro e há um ano e meio procura imóvel para alugar, enquanto mora com o irmão. “Como é possível eu ter um fiador do Rio se nem eu, nem minha família somos daqui?”, questiona.

5. A imobiliária e o proprietário são obrigados a aceitar qualquer forma de garantia?

Não existe obrigatoriedade nesse sentido. Então, o locador e a empresa intermediadora têm o direito, por exemplo, de só aceitar fiador. Caso o candidato a inquilino não tenha fiador com imóvel na mesma cidade, não pode exigir que outras modalidades de garantia sejam aceitas.

“Um contrato de locação teoricamente é a vontade de ambas as partes. Com uma restrição tão grande à garantia, a imobiliária e o proprietário também perdem a chance de ter bons inquilinos”, observa Lion.

6. Se o fiador é casado em separação total de bens, seu cônjuge ainda assim deve autorizar que seu imóvel seja posto em garantia?

Sim. Mesmo que o dono do imóvel que será usado como garantia seja casado em separação total de bens com pacto antenupcial, o outro cônjuge precisa concordar. É verdade que, nesse caso, o imóvel não é bem comum do casal e não entra em uma eventual partilha de divórcio; ainda assim esse cônjuge pode ser herdeiro se o fiador morrer, de acordo com o Código Civil.

No entanto, já existe decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que dispõe que o cônjuge sobrevivente casado em separação total de bens não é herdeiro necessário, o que abre margem a discussões nesse sentido.

“Essa concordância pode ser dispensada, mas é uma briga jurídica”, diz o José Alfredo Lion, que relata já ter conseguido a dispensa da assinatura de um cônjuge. Ele lembra ainda que, atualmente, mesmo que o casal esteja casado em separação total de bens, se não houver pacto antenupcial, os tribunais podem entender que a união se tornou comunhão parcial. E que, portanto, os bens adquiridos na constância do casamento se tornaram bens comuns. “Não está na Lei, mas já há jurisprudência nesse sentido”, relata.

7. Imobiliária e proprietário podem exigir mais de uma comprovação de renda?
Sim. Segundo Lion, não há impedimento nesse sentido. Ele explica que, ainda que o candidato a inquilino tenha comprovação de renda suficiente para arcar com o aluguel, é possível a imobiliária exigir, por exemplo, seus extratos bancários, para conferir a movimentação e checar se os gastos não são mais altos que os rendimentos.

8. O contrato de locação pode pedir permissão, ao locatário, para que seu CPF seja colocado em cadastros de inadimplentes se for o caso?

Sim. “Se estiver no contrato e o inquilino topar, não há nada na Lei que proíba a prática”, explica José Alfredo Lion. Por outro lado, o inquilino é a parte mais fraca, e a imobiliária pode se recusar a retirar a cláusula, sob pena de não alugar o imóvel para aquele candidato. O locatário pode acabar aceitando essa condição contra a sua vontade, só para não perder o imóvel.

“Esta ou qualquer outra cláusula que o locatário tenha ‘engolido’ pode ser questionada posteriormente na Justiça”, garante Lion, que explica que o inquilino pode alegar que teve de aceitá-las por adesão para conseguir alugar o imóvel. “O inquilino precisa de um teto, é lei de sobrevivência. Aceita agora e questiona depois”, completa.

9. Pode haver multas estipuladas no contrato?

Sim. As multas estipuladas em contrato são aquelas por atraso no pagamento do aluguel, por rescisão contratual antes do término do contrato por parte do locatário, e por infração a qualquer das cláusulas do contrato.

Essas multas não têm limites estipulados em Lei, mas a praxe é que a multa por atraso no pagamento seja de 10%, e que as demais multas sejam de até três meses de aluguel. Segundo Lion, se a multa for abusiva, pode ser questionada.

Se o locatário rescindir o contrato antes do término do seu prazo, porém, a Lei exige que a multa paga seja proporcional. Assim, se decorrido um terço do prazo do contrato, serão pagos apenas dois meses de aluguel, e assim por diante.

O locador, por sua vez, não pode pedir o imóvel de volta antes de terminado o prazo do contrato. E é possível estipular que o locatário pode devolver o imóvel depois de doze meses sem multa.

10. O proprietário pode recusar o inquilino por causa de sua profissão?

Não. Muitos proprietários preferem alugar seus imóveis para profissionais que pareçam ter carreiras mais estáveis, mas discriminação é crime. O problema, nesse caso, é provar que ocorreu a discriminação. Isso porque quando o candidato faz sua ficha cadastral, o proprietário já vai saber sua profissão, mas pode dar outro motivo para não aceitá-lo.

“Mas se o candidato tiver provas ou uma testemunha que tenha presenciado o proprietário dizer que não quer o inquilino por sua profissão, é possível entrar com uma ação por danos morais dentro de três anos”, explica José Alfredo Lion.

11. Se o proprietário tiver a administradora como sua procuradora, com poderes para assinar por ele, a administradora deve ser identificada no contrato?

O mais correto é que sim. José Alfredo Lion entende que no contrato devem vir identificados tanto o proprietário quanto o procurador que vai assinar em seu lugar. “Senão é falsidade ideológica”, alega.

O consultor imobiliário da Areal Pires Advogados, Alex Strotbek, explica que o procurador, nesse caso, também pode ser considerado parte no contrato, devendo, portanto, ser identificado.

Ele acrescenta ainda que, apesar de não ser de todo correto, algumas vezes a administradora de bens não se identifica no contrato, mas seu representante assina pelo proprietário, explicitando apenas que este é representado por procuração, pela sigla “p.p.”. Em seguida, a administradora anexa a procuração ao contrato. “Esse procedimento tem validade, mas ainda pode gerar discussões”, diz Strotbek.

Assim, o melhor é que o inquilino exija, nesses casos, a identificação do procurador no contrato, assim como a do locador, na seguinte forma: “proprietário(a) (nome e CPF do proprietário), representado por seu bastante procurador (nome e CPF/CNPJ do procurador)”.

Sendo o procurador a administradora, é preciso ainda acrescentar quem é seu representante, que pode assinar por ela. Algo como “por intermédio de seu diretor/sócio-diretor/presidente” e assim por diante. Não é necessário constar o nome dessa pessoa física no contrato de locação.

“Caso haja futuros questionamentos, será possível verificar no contrato social da administradora se, naquela data, aquela pessoa de fato podia assinar pela empresa”, esclarece Alex Strotbek.

12. É obrigatório haver reconhecimento de firma no contrato de locação?

Por lei, não, mas é fortemente aconselhável. “É meramente uma questão de segurança”, diz Strotbek. Assim, é possível confirmar que as pessoas ali descritas de fato foram as que assinaram o contrato, e que as assinaturas ocorreram naquela data.

13. É obrigatório haver reconhecimento de firma do mandato de procuração firmado entre administradora e proprietário?

Por lei, não, mas o Código Civil garante que a firma seja reconhecida se o inquilino assim o exigir. E o ideal, é que exija mesmo. Para Strotbek, é uma forma de se certificar de que, de fato, o proprietário pode ser representado pela administradora – o que é fundamental principalmente no caso de a empresa assinar por ele.

Por: Julia Wiltgen

Fonte: Exame

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Luxo e Mercado Imobiliário

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Olá leitores,achei esta matéria pertinente ao nosso Mercado,espero que gostem,abraços,Flávia Brandão.

Conforto, exclusividade, status, facilidade de locomoção e perspectiva de valorização são alguns dos itens analisados pelos clientes de imóveis de luxo no momento da compra de acordo com pesquisas realizadas. Um desses estudos, desenvolvido pelo banco europeu Halliwell Financial Group, instituição especializada em gestão de fortunas, identificou que no Brasil a estimativa de negócios realizados neste segmento para os próximos cinco anos deve superar 4,5 bilhões de reais.

Esse número superlativo refleteo panorama atual do mercado imobiliário de luxo no país. Os índices mostram que o segmento cresce substancialmente e uma das razões desse crescimento acelerado é a união de dois fatores complementares: se por um lado o número de brasileiros com poder aquisitivo para comprar uma casa ou apartamento de luxo aumenta a cada ano por outro é cada vez maior o número de opções para agradar aos mais exigentes clientes.

E esse número crescente de imóveis de luxo não se limita apenas aos grandes centros como Rio de Janeiro e São Paulo. É claro que essas cidades lideram o ranking de procura de casas de alto padrão, afinal de contas estão ali os polos culturais e financeiros do Brasil. Entretanto as construtoras estão desenvolvendo projetos em praticamente todos os estados. O nordeste brasileiro vem com força total nesse cenário de descentralização. Em praticamente todas as grandes cidades da região nordestina, em especial no litoral, é possível encontrar opções atraentes que unem bom gosto e estilo.

E não é somente nos destinos dos projetos que as mudanças acontecem. O perfil do cliente dos imóveis de luxo também vem mudando bastante com o passar do tempo. Se até alguns anos o público-alvo principal era formado por investidores de outros países, hoje em dia o comprador brasileiro já é tratado como a prioridade e representa uma fatia considerável nas vendas de casas e apartamentos de alto padrão.

E as palavras de ordem nos projetos de luxo podem se resumir a três: tecnologia, segurança e sustentabilidade. A tecnologia se manifesta através das inovações que proporcionam aos moradores maior qualidade de vida dentro de suas residências como os pisos aquecidos, as persianas automáticas e o isolamento acústico. A segurança, por sua vez, se faz presente nos avançados sistemas de vigilância e no chamado “quarto do pânico”, uma alternativa de proteção que já é muito mais comum do que se pode imaginar. E a sustentabilidade surge exatamente pela exigência do cliente que busca formas de morar que impactem minimamente o meio ambiente e que se utilizem dos recursos naturais de maneira harmônica.

No que tange aos valores financeiros propriamente ditos, as opções que o mercado imobiliário brasileiro de luxo apresenta agradam aos mais distintos públicos e bolsos. Se o preço médio de uma casa ou apartamento de luxo pode variar entre um e oito milhões de reais, também é possível encontrar imóveis com valores oscilando entre 50 e 100 milhões de reais.

E se numa primeira análise essas cifras podem impressionar, elas se justificam sobremaneira no momento em que se percebe a importância dos imóveis de luxo como opção de investimentos. Apesar do conservadorismo, um imóvel é sempre uma ótima opção de investimento, pois tende a valorizar continuamente sem sofrer riscos maiores como ocorre com as ações e outras aplicações financeiras. Além disso, hoje já está disponível para os interessados a possibilidade de financiamento de imóveis de alto padrão. As linhas de créditos que se beneficiam da redução das taxas de juro atraem as atenções dos investidores interessado em ter maior liquidez.

Mas a grande procura por imóveis de luxo traz na esteiratambém alguns efeitos colaterais, sendo o principal a especulação imobiliária. Segundo o jornalista Sílvio Guedes Crespo, criador do blog Achados Econômicos, existem imóveis no Brasil que já custam mais do que castelos na França. “O preço dos imóveis subiu tanto no Brasil que vários apartamentos de luxo estão bem mais caros do que diversos castelos europeus. Na França, é possível encontrar châteaux anunciados por apenas R$ 3 milhões, precisando de reforma, ou R$ 6 milhões, prontos para morar.” ressalta o jornalista.

Para realizar o sonho de uma vida ou como alternativa segura de investimento, o mercado imobiliário de alto padrão no Brasil vai de vento em popa satisfazendo a cada dia novos clientes com imóveis repletos de conforto, elegância, sofisticação e muito luxo.

Por Elizandro

Leblon o metro quadrado mais caro do Rio…mas por quê?

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Recentemente foi publicada uma matéria na Exame divulgando o Ranking de um site de classificados que mostra os bairros onde os vendedores estão cobrando os preços mais caros por metro quadrado da capital fluminense em 2012…E o Leblon ,como sempre ficou em primeiríssimo lugar!!!Me questionaram com minha experiência minha opinião sobre este Fato.

>>O site de classificados de imóveis Agente Imóvel vem acompanhando o preço do metro quadrado dos imóveis anunciados para a venda e compilou os dados do mercado imobiliário na cidade do Rio de Janeiro em 2012. De sua base de dados de cerca de 17.000 imóveis anunciados só na capital fluminense – entre apartamentos, casas, casas em condomínio, quitinetes e coberturas – o site listou os 20 bairros mais valorizados do Rio em 2012, segundo o preço do metro quadrado anunciado.

Os bairros da Zona Sul ocupam as 15 primeiras posições, com Leblon na liderança. Veja na tabela o preço do metro quadrado de cada bairro, bem como o preço médio pedido pelos vendedores e a alta dos preços dos imóveis anunciados para venda em cada região em 2012:

Posição Bairro Preço médio/m2 (R$) Preço médio dos imóveis (R$) Alteração Anual/m2 (%)
1 Leblon 21.483 3.308.136 18%

Fonte: Agente Imóvel

Bom,temos que analisar em termos comportamentais o ser humano. O que faz um cidadão ,desde que o Mundo é mundo se considerar da Elite ?
O Local onde mora é um deste fatores e para isto ele paga mais e muito além disso ,ele prefere pagar bem caro,pois desta forma ,ele “elitiza” ainda mais a nobreza e o Luxo deste local que ele mesmo considera o The Best.
No Leblon estão os melhores restaurantes onde no topo da lista vem o Antiquarius,reduto do requinte sinônimo de bom gosto e atrás dele vieram muitos outros nomes de peso…no Leblon,você circula para ver e ser visto ,onde em um casual dia encontra com Eike Batista ,o homem mais rico do País ,tomando um suco no BB Lanches,e por aí vai…Moda ,beleza,requinte,bom gosto,Luxo ,todas estas palavras nos levam ao Leblon , suas ruas , seus moradores e frequentadores e como também não podia deixar de ser ,morar no Leblon é realmente para poucos,assim como nos tempos da realeza antiga ,os nobres privilegiavam de estar entre os seus similares ,pessoas que falam a mesma linguagem e tem conhecimento dos mesmos pequeninos detalhes do Savoir Vivre ..seja casual ou mais requintado , o morador do Leblon ,pode sim,morar no bairro e sair a rua com uma produção pra lá de estravagante para os olhos de quem não decodifica da mesma forma,mas ainda assim pode levar a tiracolo sua Chanel que está tudo certo…
É por estas e outras que eu acho que o comprador do Leblon é o comprador do Leblon,claro que é um comentário informal, que humildemente agora me veio em mente…muito mais teórico e provavelmente mais extenso seria meu post ,se fôssemos nos ater a todos os relevantes dados que fazem do Leblon o Metro quadrado mais caro e charmoso,como por exemplo a falta de terrenos novos para Incorporações, e por conseguinte e concomitantemente o mais chique!!

O Luxo me remete a uma forma de viver o Único,de expressar o Sucesso,e brindar a “Prosperidade” ,SIM ,Por que ,não?

Um beijo,

Flávia.

Estrangeiros seguem o dinheiro em direção ao Brasil #Mercado Imobiliário

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Bom Dia a Todos,para dar conta da parte comercial e ainda me manter informada sobre as tendências do Mundo que se refletem no Mercado Imobiliário nacional ,eu acompanho o twitter ,mas quando vejo algo que realmente possa ter peso para meus clientes,faço questão de publlicar no Blog.

Beijos,

Flávia.

Fonte Correio do Estado.

Refletindo sobre as tempestades financeiras que fustigam a Europa e os Estados Unidos, Seth Zalkin, banqueiro americano vestido casualmente, tomava um cafezinho e parecia satisfeito com sua decisão de mudar-se para cá, em março, com sua mulher e o filho deles.

“Se o resto do mundo está afundando, este é um bom lugar para estar”, disse Zalkin, 39 anos.

Para quem guarda uma recordação, mesmo que fraca, da crise da dívida vivida pelo próprio Brasil nos anos 1980, a ordem global foi colocada de ponta-cabeça. A economia dos EUA pode estar se arrastando de joelhos, mas no ano passado a do Brasil cresceu no ritmo mais acelerado de mais de duas décadas anteriores, e o desemprego está em baixa histórica, parte da transformação do Brasil de caso inflacionário perdido em um dos maiores credores de Washington.

Com salários que rivalizam com os de Wall Street, tantos banqueiros, gerentes de fundos hedge, executivos petrolíferos, advogados e engenheiros estrangeiros vêm se mudando para cá que os preços de imóveis comerciais de alto padrão este ano superaram os de Nova York, fazendo do Rio a cidade mais cara das Américas em termos de aluguel desses espaços, segundo a empresa imobiliária Cushman & Wakefield.

Uma mentalidade de corrida ao ouro domina o ambiente, com o número de autorizações de trabalho para estrangeiros subindo 144% nos últimos cinco anos, sendo que o contingente de profissionais altamente instruídos que vêm se radicando no Brasil é liderado por americanos.

Não é de hoje que empresários sentem-se atraídos pelo Brasil, e o mesmo acontece com vigaristas interessados em enriquecer rápido, sonhadores com grandeza amazônica e até mesmo foras-da-lei como Ronald Biggs, o britânico que fugiu para o Rio depois de seu grande assalto a um trem postal inglês em 1963.

Hoje, porém, as escolas que recebem alunos americanos e de outras famílias de língua inglesa têm longas listas de espera, apartamentos podem custar US$ 10 mil por mês nas áreas mais cobiçadas do Rio, e muitos dos recém-chegados são diplomados pelas melhores universidades dos EUA ou possuem experiência de trabalho nos pilares da economia global.

Chegando aqui, eles se deparam com um país que enfrenta um desafio muito diferente daquele que é encarado pelos EUA e a Europa: o receio de que a economia esteja ficando superaquecida.

Uma coisa que constitui um choque especial para os recém-chegados é a força do real. Isso pode beneficiar brasileiros que vêm comprando apartamentos em lugares como South Beach, em Miami, onde os imóveis custam cerca de um terço dos preços de imóveis equivalentes nos bairros de alto padrão do Rio. Mas prejudica os manufatureiros e exportadores brasileiros.

Assim, em uma tentativa de impedir uma valorização ainda maior do real, o Brasil hoje é um dos maiores compradores de títulos do Tesouro americano, elevando seus interesses em jogo na economia americana enfraquecida. É uma quebra nítida com o passado, quando Washington ajudou a montar pacotes de resgate para o Brasil durante suas crises financeiras.

“O Brasil está se saindo muito bem, mas, francamente, semana sim, semana não eu me pergunto ‘quando isto vai acabar?'”, disse Mark Bures, 42, executivo americano que se mudou para o Rio em 1999, em tempo de assistir a uma desvalorização abrupta do real e outras oscilações acentuadas na prosperidade brasileira.

Alguns poucos americanos que vivem no Brasil há mais tempo chegam a se recordar do último “milagre” econômico do país, no início dos anos 1970, quando o “Wall Street Journal” citou um banqueiro otimista no início de um artigo de primeira página, prevendo que “em dez anos o Brasil será uma das cinco maiores potências do mundo”. Em lugar disso, o país acabou onerado com uma dívida externa assustadora.

O boom recente das commodities e o crescimento do consumo interno, resultado da expansão da classe média, ajudaram a converter o Brasil em potência em ascensão que se recuperou facilmente da crise financeira global de 2008. No ano passado a economia cresceu 7,5%, e a expectativa é que este ano registre crescimento de 4% –menor, mas ainda invejável nos Estados Unidos.

Apesar disso, o Brasil apresenta muitos desafios que podem desencorajar estrangeiros que chegam ao país. A legislação trabalhista dá preferência à contratação de profissionais brasileiros em lugar de estrangeiros, e o demorado processo de obtenção de um visto de trabalho pode surpreender quem não está acostumado à colossal burocracia brasileira.

Alguns economistas consideram o real a moeda mais sobrevalorizada do mundo, com relação ao dólar, e a inflação vem subindo (conforme evidenciam Big Macs por US$6,16 e martínis por US$35). As taxas de juros teimam em continuar altas, e analistas discutem a possibilidade de estar se formando uma bolha de crédito, na medida em que os consumidores continuam mergulhados em uma orgia de compras de tudo, desde casas até carros, que já vem acontecendo há anos.

O Brasil não está imune à turbulência nos mercados globais, e o real se enfraqueceu um pouco este mês. O mercado imobiliário carioca tem estado agitado com a aproximação da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, mas sua infraestrutura é insuficiente. Embora tenha diminuído em algumas regiões, a criminalidade violenta ainda assola grandes partes do país e também o Rio, que este mês enfrentou um incidente traumático de sequestro de um ônibus.

Mesmo assim, os estrangeiros vêm chegando, e as autorizações de trabalho para eles aumentaram mais de 30% em número apenas em 2010, segundo o Ministério do Trabalho.

“Eu só falava um português muito básico, mas pude perceber que este lugar estava vivendo um boom”, contou Michelle Noyes, 29, nova-iorquina que organizou uma conferência de fundos hedge em São Paulo. Pouco depois disso, ela deu o salto: mudou-se para o Brasil para trabalhar em uma firma de gerenciamento de ativos.

“Me mudei da periferia do setor para o centro”, disse Noyes, citando cinco outros americanos, dois de Nova York e três de Chicago, que estão se mudando para o Brasil este mês para tentar sua sorte.

Os americanos formam o maior grupo de estrangeiros que está se mudando para o Brasil, seguidos por contingentes de britânicos e outros europeus. Alguns vêm para contratos de trabalho temporários. Outros estão fundando empreendimentos pequenos ou grandes.

O americano David Neeleman, fundador da JetBlue Airways, recentemente criou a companhia aérea brasileira de baixo custo Azul. Corrado Varoli, italiano que comandava desde Nova York as operações latino-americanas do Goldman Sachs, agora comanda seu próprio banco de investimentos em São Paulo. Novas ponto.coms brasileiras como a Baby.com.br, empresa on-line de venda de fraldas no varejo fundada este ano por dois primos americanos recém-saídos de escolas de administração de empresas como a Wharton e a de Harvard, às vezes conferem ao Brasil um clima de bolha não muito diferente daquele que reinava nos EUA em 1999.

Outros estrangeiros vêm assumindo empregos em empresas brasileiras que estão crescendo com um boom resultante em parte do comércio do Brasil com a China.

“Nossos salários aqui no Brasil são pelo menos 50% mais altos que os salários pagos nos EUA por cargos estratégicos”, disse Jacques Sarfatti, gerente para o Brasil da Russell Reynolds, firma que recruta executivos de empresas.

Estrangeiros competem com brasileiros que retornam ao país, vindos do exterior. “É muito evidente que o mercado de trabalho está tão ruim em outros lugares”, disse Dara Chapman, 45, californiana que é sócia de um fundo hedge carioca, o Polo Capital. Ela disse que vem recebendo inúmeros currículos de interessados em mudar-se dos EUA para o Brasil.

As enormes descobertas brasileiras de petróleo na camada do pré-sal também vêm atraindo investidores e estrangeiros, entre os quais milhares de filipinos que trabalham em navios e plataformas petrolíferas marítimas. Para suas outras indústrias, o Brasil precisa de estimados 60 mil novos engenheiros, alguns dos quais precisam vir do exterior, em vista das insuficiências do sistema de ensino brasileiro.

“Eu me mudei para cá de Pequim um ano atrás e acho o potencial para o desenvolvimento profissional incrível”, disse a chinesa Cynthia Yuanxiu Zhang, 27, gerente de uma empresa de tecnologia. “Já estou planejando estender minha estadia aqui para bem mais adiante nesta década.”